Neste livro, o autor esforça-se por explicar o processo pelo qual o capitalismo recorreu aos “dados” para recuperar a vitalidade após as prolongadas crises de excesso de capacidade que têm assombrado a produção fordista de bens e o seu regime de emprego desde a década de 1970.
O objetivo deste ensaio é então colocar o modelo de acumulação incorporado por plataformas como Google e Facebook, Apple e Microsoft, Siemens e General Electric, Uber e Airbnb, etc., no contexto de uma história mais ampla, para demonstrar que os dados e as plataformas desempenham uma série de funções capitalistas fundamentais, mais notavelmente a sua capacidade de impulsionar a deslocalização e a precariedade da força de trabalho.
Economia partilhada, economia de vigilância, economia de aplicações, economia imaterial, quarta revolução industrial, são alguns dos muitos termos que tentam mistificar as virtudes ou apontar os perigos do novo cenário tecnológico.
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